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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Literatura Iletrada - "O Filho de Odin" - 4ª parte

Em boa verdade vos digo, meus caros leitores: a cada capítulo deste livro mais me admiro como houve alguém, para além do autor, claro, que achou que isto valia a pena ser publicado. Sim, já estou a ser repetitivo, mas quando se faz uma dissecação a uma obra literária, temos tendência a ver a obra que está a ser criticada de uma forma mais detalhada, prestando atenção aos mais pequenos pormenores que numa primeira leitura nos passaram completamente ao lado. Contudo, isto acontece mais quando a obra está muito bem escrita, com uma excelente história, óptimas personagens, diálogos interessantes e por aí fora. Com "O Filho de Odin" isso não acontece. À medida que vou lendo novamente cada capítulo, falho redondamente em encontrar alguma coisa de novo. Não há subtileza, não há esforço, não há um mínimo respeito pelo que está lá escrito. E enquanto o Zuzarte parece mostrar alguns conhecimentos (e foi-me muito custoso escrever "alguns" sem sentir os meus dedos a resvalar para as teclas que soletravam a palavra "nenhuns") de história, geografia, mitologia, entre outros, na verdade ele falha redondamente em aplicá-los, e prefere sobrepor a sua adoração por videojogos, anime, séries e filmes, copiando o máximo possível de elementos e misturando-os, juntando uma pitada de horrenda narração, quase inexistente descrição e fraco diálogo, e criando uma receita tão atroz que só pode dar numa autêntica diarreia literária.


O terceiro capítulo intitula-se "Yojimbo e os Centauros."

"Os poderes de Drácula não param de aumentar. Mais de metade da população do Império Otomano está sob o seu controlo, incluindo turcos, jugoslavos, macedónios, búlgaros, croatas, bósnios e albaneses. Só os gregos, com a ajuda dos deuses do Olimpo, ainda não se converteram aos seus poderes, pois Zeus protege todos os gregos que o adoram."

Uma pergunta, meu caro Zuzarte: esta história passa-se no século XIX ou agora mesmo? É que repetindo o problema do primeiro capítulo, mais uma vez pões-te a escrever no tempo presente, quando devias estar a escrever no pretérito perfeito ou imperfeito, dependendo de como a tua narrativa se desenrolava. É que a escreveres assim, não fazes nenhum sentido e só mostra que não prestas nenhuma atenção ao que escreves e que o que só te interessa é escrever a tua histórinha de treta o mais depressa possível.
E já agora, não fazia ideia que os gregos ainda adoravam os deuses do Olimpo no século XIX. Mas que percebo eu? Na verdade, já que as divindades andam todas por aí, não seria mais simples chamar a este livro "O Filho de Zeus"? Pelo menos assim, Jonathan só precisava de descer o Olimpo e percorrer uma distância menor até à Transilvânia. E pensando bem... tendo em conta a ameaça de Drácula, fazia mais sentido que Jonathan tivesse sido convocado por Zeus, em vez de Odin. Além disso, segundo esta "espantosa" narrativa, o protagonista é descendente de um herói grego (oh, vocês hão-de saber quem), o que fazia muito mais sentido. Mas como os deuses favoritos do Zuzarte são os nórdicos, lá temos nós de levar com 221 páginas de esterco sem qualquer nexo. Enfim...
Neste início de capítulo, Drácula, Vhan e Kalthazad estão no topo de uma torre no castelo de Bran, enquanto esperam que algo aconteça. Eis que no meio de várias nuvens negras surge uma acastanhada, que se transforma "num homem com uma pele de urso vestida, chapéu viking de cornos e com uma bola de crist..."
Esperem aí... Um "chapéu viking de cornos"?

Eis a inspiração de Zuzarte para a descrição.
Tudo isto com apenas cinco minutos de pesquisa, que fariam com que Zuzarte ficasse melhor na fotografia. Mas não. Ele preferiu guiar-se por estereótipos e ainda por cima fazer uma descrição completamente infantil. Chapéu de cornos, francamente...

"Era Loki, o deus trapaceiro, que vinha para advertir Drácula a respeito de Jonathan.
- Mestre Loki, bem-vindo à Transilvânia."

Mais uma amostra da incapacidade que o autor teve de apresentar uma personagem. Obviamente que esta cena ficaria muito melhor se a identidade de Loki tivesse sido revelada por Drácula, criando surpresa para o leitor. Assim, a narração não só extinguiu o suspense como também tornou a revelação ridícula. É este o tipo de narração de alguém que diz que quer lançar muitos livros e ser reconhecido como sendo imprevisível.

"(Loki) Vlad, há quanto tempo! Já passaram trezentos e oitenta e seis anos! E tu não envelheceste nem um...
- Sim, o tempo passa rápido quando se está a dormir, ou melhor... morto.
Os dois riram-se com a piada seca de Drácula. Vhan virou-se para Kalthazad...
- Não percebi.
- Eu também não, mas cala-te - ordenou o necromante."

Vejam lá, até as personagens do livro não percebem o humor fraco do Zuzarte.

"Depois Loki calou-se.
- Cala-te! O sim do riso dá-me a volta ao estômago."

O deus da trapaça a dizer que o riso dá-lhe a volta ao estômago? Este tipo deveria ser dos deuses mais sorridentes de todo o Asgard, e não um bronco carrancudo. E se o som do riso lhe dá a volta ao estômago, POR QUE RAIO ELE SE RIU ANTES? Nem na mesma página o Zuzarte consegue ser coerente com o que escreve.
Loki então fala a Drácula sobre Jonathan e pede ao vampiro que trate de o matar. Drácula lembra a Loki que os deuses são imortais, ao passo que o deus trapaceiro explica, com a sabedoria de um imberbe que não sabe o que está a dizer (tipo o autor do livro), um deus pode ser morto se estiver na sua forma de humano ou animal.
Hmm, isto é muito interessante de saber. Isso significa que quando os deuses se transformam em humanos perdem a imortalidade? Alguém que me explique isso, por favor?

"- (Loki) (...) Se tudo correr bem, eu tomarei o meu lugar entre os deuses, como seu rei."

Hã, Loki, mesmo que Jonathan seja morto, para seres o rei dos deuses, ainda terás de te livrar de Odin primeiro. O sucesso ou fracasso do protagonista não influencia em nada os teus planos de conquista de Asgard.

"Mal terminou esta frase, Loki soltou uma risada e raios choveram do céu."

Isto vindo de um indivíduo que disse que o som do riso lhe dava a volta ao estômago. A sério, eu nem me vou dar ao trabalho...
É então que a acção passa para Badajoz, onde Jonathan continua a dormir na estalagem. Iori chega-se para a cama dele, ainda à espera de ver se dá umas cambalhotas com ele (se bem que, tendo em conta o degradante espectáculo no fim do capítulo anterior, é de admirar que ela ainda queira continuar com um impotente daqueles). É então que Jonathan tem um muito estranho (e também cliché) sonho em que se encontra num prado cheio de flores durante uns momentos, até que tudo é reduzido a destruição, e Drácula apresenta-se. É interessante como é que Jonathan soube que aquela figura era o Senhor das Trevas, sendo que nunca o viu antes.
O rapaz lá acorda todo sobressaltado. Depois de se arranjar, este pensa em fazer uma escala em Toledo, onde o seu tio, de nome Boeürn, lhe poderá oferecer guarida para passar a noite. Mostra-se também um tanto preocupado sobre o modo como iria passar pelos Pirinéus, devido aos sucessivos ataques de gigantes. Bem, eu não sei se Jonathan (vulgo, Zuzarte) se lembra, mas ELE TEM UM GRIFO QUE VOA A GRANDES VELOCIDADES! Por que raio está ele preocupado com os gigantes?

"Jonathan virou-se e viu que Iori continuava completamente nua. Tapou os olhos e virou-se para a janela.
- O que foi? Nunca viste uma mulher nua? - insinuou a rapariga.
- Assim tão nua não.
- Achas que preciso de perder peso? Não sou do teu agrado? - questionou ela enquanto olhava para o seu corpo."

Dedica-te à masturbação, Zuzarte. Pelos vistos,
tens mais jeito para isso do que para escrever.
"- Não, o teu corpo é perfeito, o problema é esse - Jonathan pegou na sua capa e estendeu-a a Iori. - Olha, tapa-te com isto, está bem? Vamos fazer umas compras."


Os dois lá saem da estalagem e vão directamente a uma loja para comprar roupa para Iori e armas para Jonathan. Até parece que Glam e o arco que removeu da estátua de Odin não chegam. Até agora ele desenvencilhou-se bem com o arco, e com a espada não deveria ser muito pior. Por que raio ele precisa de mais armas? E que tal comprar, sei lá... mantimentos?
Antes de entrar numa loja, Jonathan encontrou um muito peculiar indivíduo a pedir esmola. Surpreendentemente, a descrição deste figurante até está bem feita, embora eu não perceba porque é que o Zuzarte teve de a dividir em três parágrafos. Será que ele estava com medo que os leitores achassem a leitura demasiado enfadonha se o parágrafo fosse demasiado comprido?

"Jonathan entrou na loja, mas não conseguia desviar o olhar do estranho. Assim que entraram, uma mulher elfo de cabelos louros veio atendê-los.
- Hola, en que vos puedo ayudar? - perguntou ela.
- Hã! exclamou Jonathan. - Não percebi. fala português?"

Ok, vamos por partes. Lembram-se da primeira parte da crítica a este livro, quando analisei as informações nas badanas e na contracapa? Lembram-se de eu vos ter pedido para se lembrarem bem do facto de que Zuzarte domina várias línguas, entre elas o espanhol? Pois bem, meus caros, aqui está a prova desse mesmo domínio: uma simples frase em espanhol muito mal escrita. Eu também estudo línguas (embora não domine tantas como este "prodígio"), sendo o espanhol uma delas, e quando perguntei à minha professora se a frase estava bem escrita, eis que a resposta negativa confirmou as minhas suspeitas. Ele nem sequer coloca o ponto de interrogação invertido no início da oração, como que a anunciar uma pergunta, como é usado na gramática espanhola. Zuzarte não domina línguas; ele apenas pensa que domina, lá porque sabe algumas bases. A frase ficaria muito melhor se fosse: "Hola, ¿puedo ayudarles?".
Outra coisa que me incomoda nesta cena: a menos que a mulher estivesse a falar com uma batata na boca, COMO RAIO O JONATHAN NÃO PERCEBEU O QUE ELA QUERIA DIZER? Está tudo ali, num "portunhol" horrendo mas fácil de perceber. É quase uma tradução palavra por palavra e que até um não entendedor de línguas conseguia entender. O Zuzarte deve andar a tomar os seus leitores por parvos, só pode.
Enquanto Iori lá escolhia uma roupa, Jonathan vai vendo umas armas e armaduras que lhe interesse, acabando por encontrar uma armadura de Mithril, acabadinha de sair d'O Senhor dos Anéis. O rapaz fica escandalizado quando um vendedor idoso lhe disse que a armadura custava mil pesetas. Mais escandalizado fiquei eu ao ler esta parte. Vejam lá bem que esta história passa-se em 1862 e o protagonista já está a usar uma moeda que só foi introduzida em Espanha em 1869. Mais um completo fail deste alegado escritor.

Só faltava uma nota de rodapé a dizer que Jonathan
tem o poder de cagar dinheiro de épocas vindouras.
Iori lá regressa com uma roupa nova e duas armas novas ("uma espada curta extremamente afiada e um broquel com um rebordo cortante e um espigão no meio. Tinha também a capacidade de disparar o escudo devido a um mecanismo que se encontrava no local da pega. Era também capaz de puxá-lo de volta a uma velocidade muito rápida, como se fosse uma cana de pesca a puxar o peixe para fora de água"). Então, Jonathan, depois de aconselhar Iori a arranjar outra arma para a rapariga andar ainda mais carregada, pergunta ao velhote da loja quem era o estranho que viu antes de ter entrado. O homem responde então que o estranho é um ninja do clã de Iga e que o mesmo podia ser tão ou mais perigoso que um ninja adulto. O porquê de o velhote saber destas informações é completamente desnecessário para a narrativa, pelos padrões do autor pelo menos, mas não para os leitores.
Depois de Iori regressar com um arco e flechas, ambos pagam as compras e saem da loja. É então que, do nada, uma horda de centauros ataca a cidade. E a acção é apresentada de uma forma tão súbita que mal temos tempo para nos apercebermos do que se está a passar. É então que Jonathan, sendo o guerreiro de bom coração que Arthos tanto afirmou que era no capitulo anterior, pega na espada e começa a ceifar "uma quantidade significativa de centauros", tudo no mais atroz português e sem a mais pequena descrição sobre como ele o faz. E da mesma forma como é dito que centauros andam a ser mortos, também a mesma narração fraca e sem descrição diz que Jonathan fica fraco de lutar contra tantos. É então que surge um shuriken atirado sabe-se lá de onde e que mata o centauro que está prestes a trespassar Jonathan. Espera lá... onde é que está a habilidade que o protagonista tem de se transformar em Vidar? Pois...
O ninja entra então na batalha e mostra os seus dotes...

"E todos carregaram sobre o estranho.
- Grande erro... MORRAM! - gritou ele e começou a dizimá-los a uma velocidade estonteante.
Matou cerca de oitenta. Todos eles levaram cortes fatais no tronco mas, em vez de caírem, ficaram imóveis. Quando acabou com a vida do octagésimo centauro, voltou a embainhar a catana, primeiro muito lentamente e depois de uma só vez. Assim que o cabo da lâmina tocou na bainha, todos os centauros morreram de uma vez".

Bem, para além da falta de consistência ao dizer primeiro que matou cerca de oitenta até afirmar que foram exactamente oitenta, ainda tivemos de levar com mais uma pobre descrição acabadinha de sair da mente infestada de cenas de anime onde Zuzarte vai roubar quando não sabe como descrever a cena de uma luta. Originalidade para quê? Vou mas é copiar a cena em que o Trunks mata os homens do Frieza e adaptá-la a um ninja.
O estranho continua a matar centauros a torto e a direito, contribuindo para a extinção de uma bela raça de seres fantásticos (como se a mente psicopata de Zuzarte se preocupasse com isso) até que o khan ("chefe", em centauro, segundo o autor, que, pelos vistos também sabe falar uma língua que não vem na badana e cuja única palavra apresentada tem o mesmo nome que uma personagem de Star Trek) o ataca, sendo parado por uma flecha de gelo disparada por Jonathan.


Onde raio é que ele desencantou uma flecha de gelo? E não me venham dizer que estava na aljava que recebeu depois de ter destruído a estátua de Odin porque essas todas eram de prata, e não se pode mudar as regras das coisas assim do nada. E mesmo que Iori lhe tivesse emprestado as flechas que comprou, em nada a narração especificou que tinham essa capacidade. Isto é mais uma prova de como Zuzarte inventa as coisas à medida que escreve e não tem qualquer respeito pelos seus leitores, esperando que tais erros passem ao lado. Uma coisa que precisas de meter na tua cabecinha, Zuzarte, é que ser-se "imprevisível" não quer dizer "incoerente".

"- (Jonathan) Tu lutas mesmo bem!!! - elogiou.
- O mesmo digo eu de ti, Lusitano - respondeu com uma voz um pouco rouca.
- Posso saber porque estás aqui, em Espanha... e como sabes que eu sou português? - contrapôs Jonathan.
- O teu estilo de luta é único, só um soldado português, com destreza suficiente para manejar tão mal a espada como tu, seria capaz de matar tão poucos centauros (...)"

A sério? Foi assim que soubeste que ele era português? É que eu chegava lá através da pronúncia.
E qual é a ideia do ninja dizer que o Jonathan também luta bem e depois deitá-lo abaixo e criticar negativamente as habilidades de luta? Mas haverá alguma coisa que faça sentido neste compêndio da verborreia?
Pelos vistos, o ninja procura por Jonathan, e ao saber que o seu interlocutor é o próprio, o estranho não fica impressionado e chama-o de rapaz.

"- (Jonathan) Tu vê lá, ó olhos em bico, este rapaz é capaz de muita coisa. E já agora, para que é essa fita? Tens medo de ver o teu aspecto logo de manhã ao acordar? Isso não me admirava nada".

Arrogância e desrespeito. Claramente qualidades de um guerreiro de bom coração...
Mesmo sabendo que o ninja busca Jonathan, e mesmo sabendo que Jonathan não é um ser malígno (devido à capacidade da sua katana de brilhar "quando detecta a energia diabólica ou o mal", uma qualidade muito semelhante a uma certa arma de uma certa série de filmes), o ninja parte para as provocações e desafia-o a um duelo de morte. Jonathan lá continua com a sua arrogância, usando piadas secas e mostrando o seu desrespeito pela cultura japonesa, até que ambos começam a luta. O ninja, uma máquina assassina com grande experiência em luta e muitos anos de treino com as mais variadas armas, contra Jonathan, um puto arrogante e impotente que por alguma razão que ainda não percebi está numa viagem para derrotar Drácula. Se esta história estivesse moderadamente bem escrita, o vencedor não seria muito difícil de saber quem seria. Mas como estamos a lidar com um reles manual de imitações, não é de admirar que Jonathan tenha conseguido derrotar o asiático, enquanto mais uma luta "inspirada" em animes é descrita no mais atroz português.
Apesar do ninja ter pedido a Jonathan para o matar, este não o faz, alegando que se o fizesse ficava igual a ele. Hã, será que nos esquecemos da chacina de centauros que ocorreu há uns minutos? Não será este miúdo já um assassino sanguinário, que salta para batalha sem hesitar e mata sem qualquer problema ou remorso? E que raio de falsa moral tem ele para dizer que ele e o ninja não ganham nada ao lutar um contra o outro até à morte? O raio do puto ACEITOU o desafio sem sequer pensar duas vezes. Este Zuzarte não sabe criar uma personagenzinha que seja com uma personalidade estável e em vez disso adapta a personagem às diversas situações que aparecem usando o caminho mais fácil, mesmo que isso crie inconsistências na personalidade da mesma. É o mesmo que criar uma personagem que é pacifista e colocá-la a lutar em qualquer oportunidade. E o discurso que Jonathan faz quando se recusa a matar o ninja é apenas mais uma das amostras de moral que Zuzarte tão arrogantemente pensa ter. E como todos os falsos moralistas, discursos destes acabam por ser um tiro no próprio pé. Mais uma vez, se ambos não ganhariam nada com uma luta até à morte, por que é que Jonathan aceitou a luta?
O capítulo termina com esta personagem a apresentar-se como sendo Kenchi Yojimbo, a nova aquisição para a equipa, um ninja fotocópia de Kenshi, personagem de Mortal Kombat. Não acreditam? Isto é a Terra do Plágio, tudo é possível.


E para acabar, querem mais uma prova em como Uther Strongheart é realmente o plágio descarado de Uther Lightbringer, o tal paladino dos cavaleiros da Ordem da Mão de Prata? Ora atentem na última fala de Kenchi:

"- Tu és mesmo Jonathan Strongheart, filho de Uther "Mão Prateada" Strongheart!"


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